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Servidores protestam contra fechamento do HLVF e desassistência em Ilhéus e região

2018-02-07-PHOTO-00000014Indignados com a desassistência da saúde em Ilhéus, servidores do Hospital Luiz Viana Filho e população têm, realizado constantes manifestações no município contra os graves problemas acarretados pelo fechamento do Hospital Luiz Viana Filho e a terceirização no novo Hospital Costa do Cacau.

A redefinição do Hospital Regional Luiz Viana Filho para uma unidade materno – infantil causou descontentamento por parte da população, que não foi consultada a respeito, como por parte dos servidores de carreira da unidade e terceirizados, que viram nessa atitude feita pelo Governo do Estado e endossado pela prefeitura, um ato que poderia ser evitado.

2018-02-07-PHOTO-00000009 Segundo informações, a partir de 15/02 o HLVF não irá aceitar mais internações e dia 28/02 a unidade fechará as portas para reforma e adequação ao novo formato imposto pelas administrações estadual e municipal. Os servidores de carreira do hospital serão distribuídos entre as unidades de saúde do município, e o que não se sabe também, é se cada unidade municipal está preparada para absorver esses funcionários, ou se está em condições mínimas aceitáveis

para que a população, a principal interessada, seja devidamente assistida como ela merece.

Durante o protesto eles pediram a reabertura integral do Hospital Luiz Viana Filho que tinha portas aberta para emergências. Eles também pediram respeito aos trabalhadores. A maioria não foi relocada para o Hospital Costa do Cacau, inaugurado no dia 15 de dezembro, e a unidade sofre com a falta de profissionais. Os demais estão inseguros quanto os seus direitos e destino.

2018-02-07-PHOTO-00000011O Hospital Costa do Cacau é porta fechada, que atende apenas a demandas referenciadas (média e alta complexidades). Isso coloca em risco a saúde da população da região. Para se ter uma ideia do absurdo, apenas duas das três UTIs inauguradas é utilizada, por falta de pessoal. De acordo coma diretora do Sindsaúde Diala Magalhães, o atendimento é deficitário nas duas unidades, sobretudo nos finais de semana, quando a escala é reduzida.

 

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