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Resistência: Servidores da saúde se recusam a retornar ao prédio da Sesab com risco de desabamento, até que obras sejam concluídas

Fotos: João Ubaldo

Fotos: João Ubaldo

Temerosos com a possibilidade de um grave acidente, servidores da saúde e diretores do Sindsaúde deixaram clara a posição de não retornarem ao prédio anexo da Sesab com risco de desabamento, até que as obras de reforma sejam concluídas. Os trabalhadores e o sindicato se reuniram nesta segunda-feira (31/80), com representantes da Sesab para cobrar providências emergenciais que garantam a segurança e a integridade física de todos que trabalham e circulam no local.

Durante a reunião foi definida a criação de uma comissão formada por trabalhadores, sindicato e Secretaria, que irão visitar imóveis desocupados do Estado para avaliar a possibilidade de transferência dos servidores para estes locais. Segundo o engenheiro da Sesab Cesar Chastinet e o assessor especial do gabinete Diego Alvarez, entre os prédios levantados estão o da Fundação Luís Eduardo Magalhães (Flem) e da Secretaria de Desenvolvimento Urbano do Estado (Sedur). Serão transferidos prioritariamente, os serviços considerados essenciais como a Superintendência de Assistência Farmacêutica e a Diretoria de Regulação.

 

Foto João Ubaldo (5) copyOs representantes da Sesab também se comprometeram em apresentar uma licitação para instalação de contêineres provisórios para acomodar os demais trabalhadores que não forem transferidos para estes imóveis. As visitas da comissão serão iniciadas nesta terça-feira, 1º de agosto.

Também ficou definida a visita do Corpo de Bombeiros para apresentar o cronograma das intervenções que já foram realizadas no prédio anexo da Sesab, como a instalação de rota de fugas, sinalizações e extintores.

 

Os servidores evacuarem o prédio anexo da Secretaria de Saúde do Estado, no Centro Administrativo, por ameaça de desabamento, na última sexta-feira (28). O prédio anexo da Sesab, onde funcionava o antigo prédio da Secretaria de Justiça e Diretos Humanos, sofreu danos estruturais graves após incêndio ocorrido em 2014, mas, até então, o Governo do Estado não realizou nenhuma intervenção corretiva na estrutura externa onde trabalham cerca de 200 trabalhadores, entre servidores e terceirizados.

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