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Audiência no Hospital Juliano Moreira

 

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Para discutir condições de trabalho e melhorias nas relações humanas, a Comissão de Servidores do Hospital Juliano Moreira, acompanhada do diretor do Sindsaúde-Ba Dijalma Bastos Rossi, reuniu-se, na manhã de quarta-feira (16), com representação da diretoria da unidade. Foram esclarecidos os motivos que geraram tratamento desigual e redução da remuneração de alguns trabalhadores. De acordo a Coordenação de Pessoal, o equívoco foi ocasionado por medidas adotadas pelo setor de pagamento da Sesab, com base em portaria que se contrapõe ao regime jurídico vigente.

 

Entre as providências acordadas, destaque para a ampliação do diálogo; manutenção e garantias dos direitos, sem prejuízo das obrigações; equidade no tratamento; envolvimento da direção na solução de casos que envolvam prejuízos oriundos do pedido de abono de falta, baseando-se no Estatuto do Servidor Público Estadual.

 

A diretoria do Hospital Juliano Moreira assumiu, ainda, o compromisso de envidar esforços no sentido de ressarcir aos servidores os valores descontados pelo setor de pagamento, mediante encaminhamento de processos administrativos individuais.

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O Sindsaúde e os servidores deixaram claro que esperam que a Sesab agilize a devolução dos valores descontados. E anunciaram que os casos que ficarem pendentes durante os processos administrativos serão tratados pelo sindicato em audiência conjunta com a Sesab e Saeb,  convidando também representantes da diretoria do Juliano Moreira e dos servidores atingidos.

 

O representante do Sindsaúde, Dijalma Rossi, fez uma breve avaliação da conjuntura econômica e social vivenciada pelo servidor público estadual,  ressaltando a importância de um bom ambiente de trabalho e da convivência harmônica entre os trabalhadores. Ele lembrou que o governo não tem cumprido suas obrigações legais, como o reajuste anual, implantação das carreiras de técnicos e auxiliares administrativos, realização de concursos para as vagas oriundas dos processos de aposentadorias e revisão dos planos de carreiras (promoção e progressão).   “O governo tem, aliás, alijado os trabalhadores dos seus direitos, levando muitos ao afastamento por diversas enfermidades, a exemplo de depressão e transtornos mentais”, declarou o sindicalista.

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