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SindsaudeBa entrega presente ecologicamente correto para Iemanja

A presidente do SindsaudeBa e alguns diretores participam a anos da Festa de Iemanjá.  A história diz que entregar presentes à divindade Iemanja, que tradicionalmente ocorre dia a cada 2 de fevereiro, esse ano, um Balaio Ecológico SindsaúdeBa, feito com produtos biodegradáveis, com palavras fortes e marcantes compôs a arte.

Ao sons dos atabaques, os cânticos e muito samba de roda que ecoaram pelas ruas do bairro do Rio Vermelho até a entrega do balaio.

De acordo com a presidente do SindsaudeBa, Ivanilda Brito, um da idealizadora do balaio ecológico, no presente para o orixás e eventos que mexem com meio ambiente nada que agrida poderá compor. “Sabonete, brinco ou pulseira não entraram no balaio”, alertou.

O balaio foi entregue na casa de Iemanjá, todos os presentes são levados para um ponto afastado da costa, onde Serpa depositada a oferenda a rainha do mar. “Como estamos sofrendo ataques diretos, desqualificando a todos nós servidores públicos todas as formas de crença que nos dê força e energia positiva para lutar vamos, já fomos para Lavagem do Bonfim contra PEC159, agora FESTA IEMANJÁ, retira a PEC159, pague nossa URV e novos concursos públicos e expomos todos os deputados contra os servidores”, pontuou IVanilda.

 

A diretora Aladilce Souza, vereadora, no dia 02 de fevereiro, junto com a base do partido PCdoB, caminharam coletivamente pelas ruas do bairro Rio Vermelho, pedindo um país melhor e mais educação, emprego, saúde e concurso público.

Em 2014, a diretora e vereadora conseguiu aprovar na Câmara Municipal de Salvador o projeto de indicação de tombamento da festa, que, na época, foi encaminhado por ofício pelo então presidente da Casa, Paulo Câmara, ao prefeito para realização do registro.

 

O projeto de Aladilce se baseou na Lei do Tombamento, cuja função é assegurar a efetiva preservação do patrimônio cultural do Brasil. O pedido da OAB foi registrado em 2019, cinco anos depois da iniciativa.

“Uma maneira de reverenciar o patrimônio é respeitando a história, que precisa ser contada da forma certa, apresentando todos os personagens que lutaram pelo reconhecimento da festa popular, que partiu primeiramente da Câmara de Vereadores.

 

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