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“O planserv é de todos nós servidores”, afirma presidente.

De olho neste jogo de empurra-empurra entre instituições prestadoras de serviços, médicos, governo do Estado e clínicas, o maior prejudicado são os beneficiados, os servidores públicos do Estado da Bahia. Desde a incorporação das cooperativas o número de reclamações não para de crescer e principalmente pelo interior do Estado, onde há um déficit enorme de profissionais especialistas.

Outro ponto que agravou o quadro da saúde no Estado foi a municipalização, outro debate constante do SindsaúdeBa, na defesa dos hospitais no interior, melhores salários dos profissionais e estrutura para trabalho. “Nós sabemos o quanto são precários, estamos realizando o SindsaúdeBa Itinerante e a cada visita, saímos com uma lista enorme de demandas, todas essas reclamações graves que batemos na porta da secretaria de saúde do Estado e cobramos melhorias imediatas”, pontuou Ivanilda Brito, presidente do SindsaúdeBa.

Em reunião especifica para tratar da defesa do planserv, o SindsaúdeBa, junto com diversas entidades participaram nesta quinta-feira, 09 de outubro de 2019, de uma reunião onde mais de 100 pontos foram colocados em pauta.

“O Planserv é nosso, nós somos a razão dele, os servidores públicos do Estado da Bahia e é o que queremos atendimento a saúde com qualidade de forma digna e humana, não podemos deixar que empresas privadas venham desconstruir o maior plano de saúde do mundo, por mais que tenhamos problemas é o único que tem todas as especialidades e nós somos atendidos, então precisamos e queremos isso, que o Governo do Estado acorde e entenda que o Planserv é do Servidor do Estado e precisa ser gerenciado pelo Estado, não rateado, fatiado como uma pizza para cooperativas, não queremos e não aceitamos”, enfatizou a Ivanilda na defesa dos direitos a saúde de todos os servidores públicos.

As propostas foram encaminhadas e a Coordenadora do Planserv, Maria do Socorro, as recebeu para serem encaminhadas e resolvidas as demandas. Atualmente o Planserv atende cerca de  526 mil vidas pela Bahia.

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