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Sindsaúde destaca importância da reforma da Maternidade Albert Sabin para redução do déficit de leitos materno-infantil em Salvador

Foram entregues nesta terça-feira (7/5), as obras de reforma e ampliação da  Maternidade Albert Sabin, em Cajazeiras. A expectativa é que as gestantes que buscam atendimento no local possam contar com maior oferta de número de atendimentos, que atualmente é bastante deficitário em todo estado. A presidente do Sindsaúde-Ba Ivanilda Brito e a diretora Maria Leonor Carvalho visitaram a unidade e destacaram a importância da ampliação de leitos no setor.

Com um investimento de R$ 485 mil, as intervenções incluem a instalação de uma sala para pacientes em observação com três leitos, uma nova recepção e espaços de apoio reformados. Além destes, um novo leito foi implantado na sala de observação, passando de 5 para 6. A Maternidade Albert Sabin realiza 1.800 atendimentos por mês na emergência e conta com 69 leitos obstétricos e 16 leitos de cuidado neonatal. A unidade é especializada em atendimento de urgência, emergência e ambulatório.

A subsecretária da Saúde, Tereza Paim afirmou que há possibilidade de ampliação do número de partos realizados na maternidade de 500 para 550 partos por mês.Para a diretora-geral da Albert Sabin, Maria da Conceição, a reforma e ampliação da unidade é um pleito da comunidade atendida na maternidade. “É um espaço que vai oferecer melhor atendimento, acolhimento, humanização, qualidade da assistência, redução do tempo de espera e menor índice de insatisfação das nossas pacientes”, afirmou.

A presidente Ivanilda Brito ressaltou a importância da reforma e ampliação da maternidade Albert Sabin, que poderá amenizar os graves problemas gerados pelo grande déficit de leitos em obstetrícia em toda Bahia.  “Parabenizo a diretora Conceição por ter, finalmente, conseguindo a reforma da unidade, podendo oferecer melhores condições de atendimento aos pacientes que chegam para ganhar seus bebês”, disse. Ivanilda destaca ainda que o Sindsaúde continua na luta pela melhoria e ampliação de unidades materno-infantil na rede pública do estado, para tentar reduzir o sofrimento das  gestantes que procuram atendimento nestas unidades.

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