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Sindsaúde cobra dos gestores de Santo Estêvão e Mucugê a implantação dos PCCVs

A diretoria do Sindsaúde encaminhou ofícios para os gestores dos municípios de Mucugê e Santo Estêvão, solicitando audiência para ouvir quais são as pretensões  a respeito da implantação do Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos (PCCV) dos trabalhadores da saúde destes municípios, entendendo que já se passaram muito tempo sem cumprir a reivindicação dos servidores, que é simplesmente fazer cumprir a lei. Os PCCVs foram aprovados pelas Câmaras de Vereadores, mas até agora não foram implantados.

Levando em consideração todo o trabalho desenvolvido ao longo destes anos em ambos os municípios pelo sindicato e servidores, junto com aos gestores, a falta de comunicação sem dar continuidade ao diálogo, nos cabe abrir frente de resistência para cobrar posicionamento consistente  dos gestores em 2019.  Para os trabalhadores essas atitudes se configuram descaso, falta de compromisso e desrespeito com os profissionais.

O sindicato cobra posicionamento do prefeito de Mucugê Cláudio Manoel Luz da Silva e à secretária de saúde do município Henrriete Xavier Pina, acerca da implantação do PCCV que deveria ter sido consolidada em dezembro de 2018, como prometido pelo gestor na última reunião realizada com a comissão de acompanhamento do Plano.

Na oportunidade, o Sindsaúde, representado pela presidente Ivanilda Brito, garantiu a presença da coordenadora do DIEESE, Ana Georgina, objetivando os esclarecimentos devidos a respeito do PCCV dos servidores da saúde desse município, para a finalização técnica das tabelas remuneratórias.

O Sindsaúde ainda não conseguiu dialogar com o prefeito de Santo Estêvão Rogério Santos Costa nem com a secretária de saúde Orlandina Nascimento sobre o PCCCV, aprovado desde 2012, durante antiga gestão do mesmo gestor, quando deveria ter sido implantado e realizado o enquadramento dos servidores.

Já se passaram três anos da nova gestão do atual prefeito e seu compromisso de campanha não foi concretizando, o que leva os trabalhadores sentirem o desgosto e angustia dos pleitos solicitados e não respondidos de forma ética e respeitosa.

A presidente do Sindsaúde-Ba, Ivanilda Brito, entende que as atitudes de ambos prefeitos não fortalecem a gestão, não proporciona o fortalecimento do SUS e desagrada os trabalhadores por não abrir diálogo. Diante do descaso, os servidores e sindicato vão se reunir para definir os rumos da luta.  UNIDOS SOMOS FORTE!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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