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Diretoria do Sindsaudeba se reúne com Superitendente de RH da Sesab

A diretoria do Sindsaúe-Ba, representada pela presidente Ivanilda Brito e pelos diretores Dijalma Rossi, Maria Leonor Carvalho e Orlando Lago, se reuniu com a superintendente de Recursos Humanos da Sesab, Maria do Rosário Muricy, e com o coordenador de Provimento e Movimentação, Ricardo Pereira da Silva, nesta segunda-feira (6/8), para verificar os processos de remoção dos servidores dos hospitais João Batista Caribé e Couto Maia, em Salvador, e Luiz Viana Filho, em Ilhéus.
A Sesab apresentou relatório no qual foi constatado,  nominalmente, em quais unidades os servidores foram encaminhados através  de publicação em Diário Oficial, de acordo com as solicitações de lotação dos trabalhadores,  acertado em reunião entre sindicato, gestão e servidores em 4 de junho no próprio HJBC.
Foi cobrado da gestão resposta sobre demandas dos trabalhadores do hospital Pedro Valadares, em Jequié, que se queixaram de indefinição do setor de trabalho, após a inauguração do prédio anexo, em que parte dos servidores são terceirizados. A gestão informou que está dialogando com a diretoria do hospital para organizar o remanejamento interno destes profissionais.
Sobre os trabalhadores do Hospital Especializado Otávio Mangabeira (Heom), a Sesab informou que está aguardando a manifestação da Superintendência de Atenção Integral à Saúde (SAIS), que vai determinar as diretrizes para remoção dos servidores da unidade. E que será dado o mesmo tratamento que foi realizado com os servidores do HGLVF e HJBC
A diretoria fez questionamento sobre o percentual pago do adicional de insalubridade para os servidores que perderam o adicional há três anos, e  agora, mesmo lotados nas unidades hospitalares, não percebem o mesmo percentual.

Devido a várias “denúncias” que chegam ao sindicato  todos os dias sobre possíveis  pagamentos do adicional de insalubridade para os trabalhadores do programa  1° emprego, foi  solicitado esclarecimento sobre o assunto. A gestão afirmou que os contratos destes trabalhadores não são de responsabilidade da  Sesab. Mesmo assim, solicitamos retorno deste ponto para que seja repassado aos servidores que perderam  a insalubridade, trabalhando no mesmo local destes trabalhadores do 1º emprego.

A diretoria do Sindsaude-Ba continuará acompanhando todos os processos de remoção dos trabalhadores, cobrando da gestão que as reivindicações dos profissionais sejam assegurados no que diz respeito à escolha de unidade, e preservação dos direitos econômicos. Assim como verificar sobre o pagamento da Insalubridade aos trabalhadores do primeiro emprego em área não hospitalar. A diretoria do Sindsaúde-Ba cobrou da ainda da Supher informações sobre os processos de progressão de 2016 que ainda não foram publicados.

 

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